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Bem-vind@s ao Projeto Literário "A Dança em Minha Vida"!

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 Olá! Este blog destina-se a ser um ponto de encontro das autoras do livro "A Dança em Minha Vida", organizado por mim, Carolina Toneloto e por minha querida amiga Flávia Gouvêa, e escrito por nós. Trata-se de um projeto que reúne histórias de vida de pessoas que começaram a dançar na idade adulta, abordando a importância e os significados da dança em nossas vidas. Não importa o estilo - ballet clássico, contemporâneo, flamenco, dança do ventre, dança de salão...- o que nos une é o amor pela dança, e o lugar que ela ocupa em nossas trajetórias. Todas as histórias importam, e todas as autoras são bem-vindas. Fiquem à vontade para participar!

Instruções para a confecção dos textos

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Querid@s autor@s, Elaborei uma lista de instruções, só para garantir que nosso livro "A Dança em Minha Vida" fique padronizado, bem agradável de ser lido, e para que o meu trabalho de edição e diagramação do livro fique mais fácil também.  São regrinhas simples, vejam só: - os textos devem ser digitados no computador, em letras de formato Times New Roman, tamanho 12, espaço 1,5; - as histórias devem ter, no máximo, 3 páginas; - fotos pessoais são bem-vindas, mas elas não devem passar de 3 por texto; - todas as histórias devem conter um título. Todas as histórias de nosso E-book serão publicadas aqui no blog primeiro.  Estou à disposição neste mesmo e-mail, e aqui nos comentários, para o que precisarem: dúvidas, ajuda com a escrita dos textos, sugestões, comentários... Conto com vocês para, junt@s, fazermos deste livro um belíssimo trabalho! :)

Boas ideias para uma boa história

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Começar a escrever um texto nem sempre é tarefa fácil. A tela, ou a folha de papel, em branco, representam um verdadeiro desafio a ser transposto. Como encher de palavras aqueles espaços que parecem tão gigantescos? Como começar? Com um ponto de partida definido, muitas vezes fica mais fácil percorrer todo o resto do percurso. Pensar sobre o que se quer escrever, ter um objetivo em mente, facilita enormemente a tarefa da escrita. Seguem, então, 10 ideias iniciais para um texto sobre a importância e o significado da dança em nossas vidas. Escolha uma, ou algumas delas, e tente escrever a partir daí. Garanto que vai dar certo! Vamos lá: 1. Como era a minha vida antes da dança, como foi o momento em que decidi, realmente, dançar, e como tem sido a minha vida com a dança. 2. A dança e o meu cotidiano. 3. Amigos que fiz por conta da dança. 4. Histórias que vivenciei depois que comecei a dançar. 5. Apresentações inesquecíveis. 6. Conquistas que a d...

Dicas para começar a escrever a sua história

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Este post apresenta algumas dicas básicas para se começar a escrever a sua história. Elas se baseiam num artigo da rede de jornalismo CNN, chamado "The ingredients of a good story" ("Os ingredientes para uma boa história"), e que está disponível aqui: https://edition.cnn.com/ Decidir qual história você quer contar é o primeiro passo. Que emoções e mensagens você quer passar ao seu público? Quer uma história que tenha emoção? Suspense? Ironia? Humor? E quanto às mensagens que você quer transmitir, quais serão? Qual será a ‘moral da sua história’? A sua narrativa precisa incluir algumas informações básicas, descritas de modo verdadeiro e justo: quem, o que, onde, quando, por que e como tudo aconteceu. Respondendo a estas perguntas, você já terá boa parte do caminho andado. Faça um plano, e mapeie os momentos cruciais de sua história. Quais foram os momentos mais importantes? Como as ‘peças’ da sua história se encontram conectadas? Faça um esboço, deli...

Bailar a vida: um percurso sinuoso e encantador

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 Por Flávia Gouveia Desde que me entendo por gente, sempre gostei de música e de dançar. Minha mãe incentivava, ouvindo músicas em casa e oferecendo aulas de balé e jazz para mim e para minha irmã sempre que possível. Além das apresentações da escola de dança, eu sempre aproveitava as oportunidades de participar de apresentações em eventos do colégio onde estudava, ao lado de colegas. Mas o modelo que eu admirava e sonhava tornar-me, inspirada pela mídia e pelos comentários ao redor, estava bem distante da realidade do meu corpo. Apesar do metabolismo supostamente favorável por causa da pouca idade, eu era bem gordinha. “Obesa”, sentenciou uma endocrinologista certa vez, quando eu ainda era menina. Embora isso não me impedisse de subir ao palco, eu tentava esconder com um sorriso minha circunferência fora de padrão que rendia muitos comentários crueis dos colegas (na época isso nem tinha nome, hoje chamam de bullying ). A alegria de dançar para mim compensava a v...